8.8.10
Um ano atrás...
Não foi culpa minha.
E tantas vezes que eu falei sobre tudo, dissecando toda a história. Tantas vezes que eu contei toda a história para outras pessoas, na tentativa de enxergar onde nos perdemos.
Não foi culpa minha.
E nas tantas vezes que eu quis estar perto de novo. E nas tantas vezes que eu liguei, tentando mostrar o que eu sentia. E nas tantas vezes que nem percebeu o que eu quis dizer.
Não foi culpa minha.
E nas tantas vezes que eu imaginei o futuro. Nas tantas vezes que eu vi esse futuro lindo, brilhante e muito certo. E nas tantas milhões de vezes que eu enxerguei que esse futuro, de verdade, não tinha nada para dar certo, que o destino era realmente ao fracasso.
E não foi culpa minha.
A culpa foi de quem não acreditou em tudo o que eu tinha de melhor para dar. De quem não acreditou que meus sentimentos eram tão nobres e especiais. Sentimentos esses, que de tão incríveis, ainda não consegui expurgar de dentro do meu peito. Nem consegui ainda, transformar em outra coisa. Nem consigo ceder a outra pessoa.
E tudo isso ainda passeia dentro do meu peito. Umas horas mais, outras horas menos.
Mas ainda habita aqui dentro. E tenho consciência que não vai sair daqui tão cedo.
O porquê? Nem eu mesmo sei.
Fui muito machucada, sim, nessa história. Mas boas lembranças ainda persistem. E cada dia é um dia. Cada semana passa voando. E ainda me vejo parada um ano atrás.
17.7.10
Tem alguém batendo na minha janela.
Já terminei meu café, mas ainda estou na cama, lendo, pesquisando notícias na internet.
Escuto uma batidinha na janela...
Vejo uma figurinha pendurada do lado de fora. E não é que a tal figurinha olha pelo vidro, me procurando? Olha, olha, procura... E bate de novo. E fica olhando pelo vidro.
É um passarinho, tentando entrar no meu quarto. É o que mais de meu, eu tenho.
E nisso, parei pra pensar em quantas vezes acontece de alguém tentar entrar em mim, no que mais de meu, eu tenho, e eu não permiti.
Alguém que olha para dentro de mim, que quer fazer parte do meu dia-a-dia. E eu deixei a "janela de vidro" fechada.
Permito que olhe, que veja o que está perdendo, mas não permito que ultrapasse a barreira.
Construo muralhas, crio empecilhos.
Só porque um ou outro não souberam usar da permissão que lhes dei. Porque fizeram parte do que mais de meu, eu tinha, e não souberam aproveitar da oportunidade que tiveram.
Ou porque se aproveitaram da oportunidade de adentrar no que de mais meu, eu tinha. E acharam que essa oportunidade lhes dava a liberdade de fazer tudo o que quisessem.
E o passarinho continua batendo na janela, querendo vencer o vidro que se encontra entre ele e o que mais de meu, eu tenho.
E vai ser assim até quando não estiver muito frio lá fora, e eu puder abrir a janela toda.
29.6.10
"Cause if you want love, we'll make it..."
E pode até ser que eu não tenha ninguém em especial para dedicar essa música, assim, publicamente, mas tenham certeza que dentro do meu pobre e machucado coraçãozinho, essa música tem destino certo. ´Coz her "body is a wonderland" for me... Sempre.
"We got the afternoon
You got this room for two
One thing I've left to do
Discover me
Discovering you
One mile to every inch of
Your skin like porcelain
One pair of candy lips and
Your bubblegum tongue
'Cause if you want love
We'll make it
Swimming a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be a while
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Something 'bout the way your hair falls in your face
I love the shape you take when crawling towards the pillowcase
You tell me where to go and
Though I might leave to find it
I'll never let your head hit the bed
Without my hand behind it
you want love?
We'll make it
Swimming a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be a while
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Damn baby
You frustrate me
I know you're mine all mine all mine
But you look so good it hurts sometimes
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Your body is a wonderland
I'll never speak of this again
Now theres no reason
I've got the kinda love in my hands
To last all season"
(Your body is a wonderland - John Mayer)
22.3.10
Compromisso x Liberdade
Ao mesmo tempo em que sente falta de ter alguém ali pertinho o tempo todo, acha um saco ter que dar satisfação para um carinha que está ali por perto.
Você já conquistou tantas coisas. Independência dos pais, a grande maioria tem carro, quem sabe, até casa. Trabalho, dinheiro pra viajar. Não precisa dizer aos pais aonde vai e que horas vai chegar. Sabe suas responsabilidades, e se vai dormir tarde durante a semana, tem consciência que no dia seguinte vai ter q levantar cedo para trabalhar. Batalhou pelo seu espaço sozinha, e sim, está muito bem assim.
Mas, ao mesmo tempo, falta aquele que te pega na curva pelo coração. E falta ser muito importante para alguém. Ter companhia pra ir naquela festa chata da família (e claro, dar uns amassos num cantinho sem ninguém ver). Ver Faustão no domingo a tarde seria tão mais divertido, não? Só que (sim, tem um “só que”) isso implica em transferir a satisfação que você dava aos pais, pra outra pessoa. E ai, ta afim de encarar essa?
Dizer aonde vai, com quem, a que horas volta, e escutar “posso ir junto?”, quando o que mais você quer é ter um tempo sozinha, fazer alguma coisa sem ninguém.
Não estou aqui pra dizer o que você deve ou não fazer. Acho que todo mundo tem uma balancinha dentro do peito que vai pesar mais para um lado. Pese, analise e faça sim, o que te faz mais feliz.
A minha tem pesado mais pro lado da liberdade, mas isso não quer dizer que daqui a um ou dois meses a coisa não possa mudar. E tem sempre aquela pessoa por quem a balança pesa mais pelo lado do compromisso. Só que nem sempre a balança dele pesa do mesmo jeito... Então, deixa assim...
E ai, para que lado pende mais sua balança? Compromisso ou Liberdade?
9.2.10
Posso Errar? por Leila Ferreira
O homem certo, por exemplo, existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi “certo” até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de “nada a ver”, vão ficando e, quando você se assusta, está casada – e feliz – com um deles.
E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez, você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa “certa”, mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para “errar”.
Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: “Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo”. Sem entrar no mérito da questão – da traição ou do cigarro -, concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando poe cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: “Como assim?! Você não dirige?!”. Com toda a calma, ele responde: “Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios – tem um punhado de coisas que eu não faço.” Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, a agente de viagens que adora questionar regras: “Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos a achar normal uma vida sem carboidratos”. O certo ou o “certo” pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso."
(Revista Marie Claire nº227 - Fevereiro 2010 - Coluna Final Feliz)
12.1.10
14.12.09
Presente...
Eu, hoje, aprendi o que é viver o presente. Estar com as raízes fincadas no aqui e agora.
Não dependo mais do que já passou, e tampouco faço planos mirabolantes para o futuro. Alguns desejos a alcançar, claro que eu tenho. Almejo algumas coisas pra minha vida, como, quem sabe um dia, cantar em público, fazer algum curso interessante, me realizar profissionalmente, ter meus filhos. Mas não vivo como se isso já estivesse acontecendo. Dou tempo ao tempo, tanto ao tempo que já passou, como ao tempo que ainda está por vir.
E, isso, é só uma parte do meu aprendizado. Aprendi tanta coisa esse ano.
Aprendi que ninguém me ama como eu mesma.
Aprendi que eu não sou mais aquela menina do colégio. Que se escondia atrás das roupas largas.
Aprendi que eu não posso me esconder, também, atrás dessa pose de alguém que tira sarro de si mesma.
Aprendi que eu posso me achar inteligente, sim, mas eu posso me achar linda e interessante, também.
Aprendi que cabelão e unha comprida fazem maravilhas pela minha auto-estima.
Aprendi que me afastar do que não me faz bem, não é egoísmo, é amor próprio.
Aprendi que se eu mesma não me empurrar para a frente, ninguém vai fazer isso por mim.
Aprendi que não importa por quanto tempo eu me esconda atrás de uma almofada, eu vou ter que me abrir algum dia.
Aprendi que me expor um pouco não me torna 100% vulnerável.
Aprendi que eu tenho que dar um passo de cada vez, conforme eu me sinta confortável.
Mas aprendi também, que sair da minha zona de conforto pode ser uma boa opção pra sair da mesmice.
E por fim, e acho que o mais importante, aprendi que existe, sim, uma mulher muito poderosa aqui dentro.
Ps: Depois de quase um ano percebi que cabelão e unha comprida não farão maravilhas se minha autoestima não estiver bombando. E que cabelo curto e unhas aparadas também me deixam linda!
6.12.09
Tópicos
- As coisas nem sempre são como a gente espera, e ainda sim, podem ser gratas surpresas.
- Jamais me arrependo de alguma coisa que fiz, e nem nesse momento estou arrependida de ter me exposto, de ter dito tudo o que eu disse.
- Minha vontade de verdade era ter dito "termina tudo e fica comigo", mas fico feliz por não ter sido tão impulsiva.
- Mesmo que houvesse uma resposta positiva, ainda sim não seria o melhor para mim.
- Essa pessoa especial, você já perdeu. A fila anda... Próximo!!!!
18.10.09
Meme nº 487854564364647987
1 - Poste uma foto sua com alguém especial ou uma foto comprometedora.
É comprometedora, porque por baixo dos óculos eu estava com cara de bebum! E to com essa boca de "ahn?!" kakakakaka

2 - Amaldiçoar 4 pessoas
Não vou amaldiçoar ninguém não. Se alguém quiser, responda...
3 - Avisar aos amaldiçoados sobre a maldição.
Sintam-se avisados!
4 - Cada pessoa amaldiçoada deve dizer 10 coisas aleatórias sobre si.
01 – Minha carteira de motorista tá vencida a 5 anos.
02 – Tenho verdadeiro pavor de mar, por causa das ondas.
03 – Amo cozinhar.
04 – Só consigo dormir de bruços.
05 – Faço terapia a quase um ano e meio.
06 – Ninguém entende a amplitude musical do meu mp3 player... kakakaka
07 – Tenho dvd no quarto, mas raramente vejo algum filme.
08 – Tenho intolerância a lactose.
09 – Tenho sérios problemas de auto-estima.
10 – Raramente consigo chorar.
Nome:
Aline
Que dia é hoje?
19/10/2009
Que horas são:
00:12
Quantidade de velas no seu último bolo de aniversário?
Último aniversário, foram 28 anos.
Tatuagens?
Uma até mês que vem. 3 depois disso.
Piercings?
Um, no nariz.
Já foi à África?
Nop.
Já ficou bêbado?
Precisa perguntar isso?!
Já chorou por alguém?
Já, mas é um choro rápido.
Já esteve envolvido em algum acidente de carro?
Não, felizmente.
Música Preferida?
Nossa... díficil, essa.
Cerveja ou Champagne?
Breja
Metade, cheio ou vazio?
Metade cheio... eu acho.. kakaka
Why are you wearing that stupid man suit?
Posso pular essa!?
Lençóis de cama lisos ou estampados?
Não ligo pra isso, tanto faz!
Filme preferido?
Forest Gump e Efeito Borboleta.
Flores?
Não tenho paciência pra cuidar de plantas. Mas acho gérberas, bonitas.
Coca–Cola simples ou com gelo?
Com bastante limão.
Quem dos teus amigos vive mais longe?
Tenho amigos por várias partes do Brasil.
Melhor amigo(a)?
Difícilimo dizer. tenho várias graaaaandes amigas.
Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender?
Uma, no máximo 2 vezes. Odeio telefone tocando sem parar.
CD preferido?
Mais difícil ainda!
Homem bonito?
Homens de carne e osso e cérebro, principalmente.
Pior sentimento do mundo?
Pena.
Melhor sentimento do mundo?
Solidariedade.
O que uma pessoa não pode ser para ficar com você?
Burra.
Qual o primeiro pensamento ao acordar?
Que horas são?
Se pudesse ser outra pessoa, quem seria?
Mais magra, mais bonita, mais bem sucedida, mas inteligente e extrovertida como eu! kakakaka Ah, e com a minha boca tbm, porque eu gosto dela! kakakakakaka
Algo que você nunca tiraria de você?
Ah, tá ali em cima. Ser inteligente, extrovertida e com uma boca e sorriso bonitos.
O que é que você tem debaixo da cama?
Colchão.
Qual a sua banda preferida?
Beatles, eu acho. No geral.
Uma frase?
"Foi bom? Foi... mas agora chega!"
Qual livro você está lendo?
Divã - Martha Medeiros.
Uma saudade?
De infância.
Uma característica?
Sorriso sempre.
Acredita em vida extraterrestre?
Devem existir outras formas de vida, de energia. Não como os ets dos filmes, mas alguma forma.
Chão ou parede?
Chão.
Som alto ou música ambiente?
Altíssimo!
Quantas pessoas já beijou?
Nossa... acho q fica num número entre 30 e 40... :S
E quantas(o) amou?
Amar, de verdade... não sei. Mas já gostei muito de alguns... que são os inesquecíveis.
O que anda ouvindo?
Cramberries, Roxette, Wander Wildner...
O que anda comendo?
Muita coisa com queijo! Não devia...
Ritmo, cor, fruta e bebida:
Indie Rock, preto e rosa, banana, água com gás.
Lugar, época e saudade:
Disney, 1996, a viagem mais especial que fiz na vida!
16.10.09
Limitações Humanas
Eu não quis forçar a barra, exigir mais do que ele podia dar... E nem me sentiria a vontade para abrir mão de algumas coisas importantes, pelo menos por ora.
Quem sabe com o tempo, eu fosse aprendendo a ceder. Afinal, depois de tanto tempo sem ter um relacionamento mais sério, aprendi a ser egoísta. E até a esconder o que sentia.
Aprendi a ser menos segura em relação aos meus sentimentos. Depois de "amar" algumas vezes, e levar vários "chega-pra-lá´s", pensava várias vezes antes de expor o que sentia, e até de realmente sentir.
E com ele não foi diferente. Levei alguns dias pra me sentir a vontade e expor o que sentia. E para entender o que realmente estava sentindo.
Me perguntei muitas vezes se era isso realmente que eu queria. E sabe-se lá porquê, resolvi que queria dar a cara a bater. E depois de me empolgar muito com a empolgação dele, eu estava mais decidida do que nunca. De que dessa vez seria diferente. Dessa vez estava segura do que o outro sentia. E levei um pé na bunda de novo.
E como não ter uma daquelas minhas, já conhecidas, crises de baixa estima?
Como não me achar feia, gorda, baixinha, chata, nariguda, burra ou quem sabe ciumenta demais...?
Como não me perguntar "o que eu fiz de errado?".
Como não achar que a culpa foi minha, por não ter dado certo? Afinal, sempre foi MINHA culpa que não deu certo. Essa só seria mais uma vez.
E depois de mais isso, como aprender a me gostar?
Nunca me gostei de verdade. Sempre tive horror a me olhar por muito tempo no espelho. Fotos, eu me odeio. Em filmagens, então, não me vejo nem sob tortura.
Como aprender a me olhar com carinho?
Eu não sei nem receber um elogio. Quando recebo, imediatamente retruco com algum defeito.
Isso não é maneira de me tratar bem.
Invejo as pessoas bem tratadas, refinadas, tão menos estabanadas que eu.
Invariavelmente saio derrubando o que vejo pelo caminho, falo com as mãos, com o corpo todo. Não que eu não goste disso em mim mesma, mas acho bonito ver aquelas pessoas comedidas. Coisa que, definitivamente, eu não sou.
E agora? Como faço para tirar todo esse peso que pus em cima de mim mesma? São anos definindo incapacidades. Não posso por isso, não posso por aquilo, tenho vergonha, não consigo, não sei. E do peso moral, veio o peso físico. Me fechar num lugar seguro. Me apegar aos mesmos comportamentos repetidos. É só até onde eu posso ir. E tudo fica estagnado.
Tenho que aprender a colocar a cabeça para fora do casulo. Ousar, poder, fazer, parar de ligar tanto para o que as pessoas possam pensar do que irei fazer. Vergonha, não deve mais existir. Não pode? Mas porque não pode? Claro que pode. E deve.
E acho que seria esse o caminho para que eu volte a olhar pra mim mesma. Olhar nos meus olhos no espelho. E além dos olhos, olhar o resto e ficar satisfeita comigo mesma.
Ousar e dirigir, tocar violão, cantar em público, fazer aulas de dança, uma boa pós-graduação.
Ousar e me impor, não me sentir mais o patinho feio da história. Me sentir de verdade, agora, o belo cisne que me tornei.
14.10.09
Quando aprendi a me amar de verdade...
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.
Quando aprendi a me amar de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando aprendi a me amar de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando aprendi a me amar de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando aprendi a me amar de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando aprendi a me amar de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando aprendi a me amar de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando aprendi a me amar de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.
Quando aprendi a me amar de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada."
Charles Chaplin
8.10.09
Meme nº 548978412465
1. Nome Completo?
Aline de Miranda Borba
2. Porque lhe deram esse nome?
Entonces, pelo que eu sei da história, a madrinha da minha mãe tinha sugerido esse nome para a filha mais nova dos meus avós, que no caso, escolheram outro nome. Aí, minha mãe colocou Aline em mim para homenagear sua madrinha.
3. Você faz pedidos às estrelas?
Uma pena que certos rituais a gente perca com a idade...
4. Quando foi a última vez que você chorou?
Essa semana, ou semana passada..
5. Gosta da sua letra?
Adoro...
6. Gosta de pão com o que?
Presunto, queijo, maionese, alface, rúcula e tomate seco.
7.Quantos filhos você tem?
...ainda nenhum...
8. Como se chamam e qual nome daria à eles?
Um menino e uma menina, Gabriel e Caroline.
9. Se você fosse outra pessoa, seria seu amigo?
Acho q sim, sou divertida, vai... kakakaka
10. Tem um diário?
Diário, mesmo, não, mas escrevo bastante sobre meus sentimentos.
11. Você é sarcástico?
às vezes, menos do q gostaria.
12. Saltaria de bungee-jump?
Acho que não, mas quero voar de parapente!
13. Desamarra os sapatos antes de tirá-lo?
Nãããã nunca. A não ser q o calçado exija.
14. Acredita que você seja uma pessoa forte?
Acho que tanto fisicamente quanto emocionalmente.
15. Seu sorvete favorito?
hummm e agora... aquele do bob´s ou mcdonald´s, misto...
16. Quanto calça?
38/39 ooo pezão
17. Vermelho ou Preto?
Preto, sempre...
18. O que menos gosta em você?
Meu apego a certas coisas, situações, pessoas.
19. O que mais gosta em você?
Minha boca e minha espontaneidade
20. De quem você sente saudades?
De pessoas que eu gosto um tantããão, e que não estão na minha rotina.
21. Gostaria que todas as pessoas que você enviou esse e-mail te respondessem?
Eu gosto é de responder memes... se alguém quiser responder tbm, legal, mas se nao tiver afim, tbm não precisa.
22. Descreva que roupa e calçado você esta usando?
Jeans, blusa de malha roxa, casaco de inverno marrom, e tênis.
23. Qual foi a ultima coisa que comeu hoje?
Café com leite (sem lactose) e pão d´água com peito de peru.
24. O que você esta escutando agora?
The Cramberries - Just my imagination
25. A última pessoa com quem falou ao telefone?
Alguém que ligou pra cá.
26. Bebida favorita?
Coca cola normal, cerveja!
27. Comida favorita?
Comidinha da minha mammys! kakakakakaka
28. Filme de terror ou com final feliz?
Fico apreenssiva demais com filmes de terror. E gosto muito de filmes leves, que não preciso ficar pensando demais. Filmes e livros são para passar meu tempo, logo não quero nada que me despreenda mto tempo raciocinando depois.
29. Último filme que viu no cinema e com quem?
E agora... não lembro exatamente do último, pq uns tempos atrás fomos em vários filmes. Mas pode ter sido a Era do Gelo 3... com a Ste e João
30. Dia Favorito do ano?
07/04, 24/12...
31. Inverno ou verão?
Inverno;
32. Beijos ou abraços?
Depende. Um beijo pode ser delicioso, mas um abraço apertado naquela pessoa que vc gosta tanto do cheiro, pode ser mais delicioso ainda!
33. Sobremesa favorita?
Coisas com chocolate... qualquer coisa! kkkkkkkkkkkk
34. Quem você acha q vai te responder?
Nem tenho pretensão que alguém responda.
35. Quem você acha que não irá te responder?
:S
36. Que livro está lendo?
"Um bestseller para chamar de meu" Marian Keyes. Sim, adoro literatura mulherzinha... e como já escrevi acima sobre filmes, quero pra passar tempo.
37. O que tem na parede do seu quarto?
Uma parede rosa chá, atrás da minha cama, com um quadro lindo do chaplin que eu amo. Numa parede tem 3 prateleiras com livros e miudezas, na outra meu guarda-roupa, e na outra um espelho grandão e a tv.
38. O que assistiu ontem a noite na TV
Dr. House.
39. Onde foi o lugar mais longe que você foi?
Florida - EUA
30.9.09
O Contrato
"Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós.
A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E a orelha ouviu uma sacanagem qualquer, e a mão se encaixou ali no meio das minhas pernas.
Você me chamou de amor ontem, enquanto a gente transava. Eu quis chorar. Mas também quis rir muito da sua cara. Acabei só esquecendo isso. Talvez o “mô” que você murmurou, seja porque no dia anterior, naquela mesma cama, você tenha comido alguma “Mônica”. Prefiro pensar assim. Se eu for muito, mas muito escrota, talvez eu me proteja de me assustar muito. Caso você seja escroto. Eu sendo de pedra não quebro com a sua pedra. Sei lá.
Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.
Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer e vontade de fazer sexo.
Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso.
Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado.
Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo.
Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre.
E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor.
E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa idéia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro.
Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita."
23.9.09
"...Ai, que saudade sem fim..."
A saudade teima em fazer morada aqui dentro. Uma saudade daquelas ácidas, que queimam, sabe?
De pensar nos momentos bons.
Não consigo me concentrar no que me fez e ainda faz sofrer.
Só penso em quando eu era recebida com "Oi, bebê".
Em quando era perfeito.
Em quando tudo encaixava.
Em quando me olhava e sussurrava "linda".
Em quando o beijo tinha gosto de halls de melancia.
Em quando era muito, muito frio.
Em quando a vista da Vila era a melhor que tinha.
Em quando um final de noite no posto era quase a melhor coisa da noite.
Em quando ficamos 2 horas na frente de casa conversando coisas boas.
Em quando o último beijo era precedido por "Vamos casar", e a resposta era "Agora, já".
Em quando eu fiquei pasma com "Por isso que eu te amo, princesa".
Em quando estar perto era fácil e simples como respirar.
E a saudade é justamente das lembranças boas que ficaram. Saudade das coisas que me emocionavam.
A sua falta deixou um vazio... e as bordas desse buraco ardem agora. Muito mais do que antes.
O que era ruim foi embora, e deixou aqui a saudade dessas tantas coisas que me já não existem mais.
"(...)a verdade é que ainda hesito em dar um nome àquilo que ficou, depois de tudo. Porque alguma coisa ficou." Caio F. Abreu
15.9.09
"Ele quem mesmo???"
"Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: 'olha, não dá mais'. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: mas agora eu to comendo um lanche com amigos'. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?
Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.
Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!
Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.
Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me paixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.
Até que algo sensacional aconteceu... Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele. Ele quem mesmo???"
Martha Medeiros
28.8.09
"Sou mais do que o seu olho pode ver"
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”
Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome
Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
(Me adora - Pitty)
9.8.09
"...e é ciúme, ciúme de você..."
Mas acontece que você, depois de levar tantas e tantas lambadas da vida, não está com um pé só atrás... Está com o corpo inteiro fincado na terra.
E o caso é que o cara tem precedentes, embora em outras situações, e você, a tanto tempo solteira, já conheceu muito o outro lado... de ser a outra.
Está desconfiada demais, e essa desconfiança te deixa uma neurótica ciumenta.
O ciúme, esse monstrinho que ruge lá dentro de cada um de nós, e nos faz mostrarmos as garras.
Sentimento infeliz que nos deixa a mercê do outro, nos faz refém de inseguranças, e pensamentos irreais.
Você, provavelmente, já imaginou ele e “a outra” rindo às suas custas, se aproveitando da sua fragilidade.
Já imaginou ele beijando “a outra” naquela baladinha que você não chegou a ir.
Só que, provavelmente, nada disso existe. É culpa desse monstrinho infeliz que habita suas entranhas, que coloca esses pensamentos só para te deixar cada vez mais vulnerável e insegura.
E esse monstrinho se alimenta, justamente, dessa insegurança.
Então, meu bem, o lance é justamente não dar comida pro infeliz do monstrinho...
Insegurança e vulnerabilidade, xô!!!
Aproveite que o gatinho é um fofo, te trata que nem princesinha, e injeta auto-estima nesse corpinho.
Se ele quer estar por perto o máximo de tempo possível, é porque qualidades você deve ter.
E quando ele diz que você é linda, acredite. Isso deixa o monstrinho cada vez mais fraco.
É muito difícil de ele deixar de existir, mas ficando tão fraquinho, é bem possível que não dê tanto as caras, fique mais quieto no canto dele.
E assim, você e seu gatinho lindo e fofo, tem maiores chances de serem felizes.
22.7.09
"Até parece que você já tinha o meu manual de instrução..."
E é pra ti mesmo...
"Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
Me vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito
Enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho, tão de perto
Me balanço devagar
Como quando você me embala
O ritmo rola fácil
Parece que foi ensaiado
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim
Adoro essa sua cara de sono
E o timbre da sua voz
Que fica me dizendo coisas tão malucas
E que quase me mata de rir
Quando tenta me convencer
Que eu só fiquei aqui
Porque nós dois somos iguais
Até parece que você já tinha
O meu manual de instruções
Porque você decifra os meus sonhos
Porque você sabe o que eu gosto
E porque quando você me abraça
O mundo gira devagar
E o tempo é só meu
E ninguém registra a cena
De repente vira um filme
Todo em câmera lenta
E eu acho que eu gosto mesmo de você
Bem do jeito que você é
Eu vou equalizar você
Numa freqüência que só a gente sabe
Eu te transformei nessa canção
Pra poder te gravar em mim"
(Equalize - Pitty)
1.7.09
Cores....
Não em tons berrantes ainda, mas uns tons meio pálidos, pastéis.
Logo logo o rosa pink volta pra mim, como uma borboleta rosa volta para aquela flor bonita.
Lálálá kakakakaka
"Que saltes al vacio y que no vuelvas nunca..."
É uma banda uruguaia, e eu, particularmente, gostei muito dessa música, em especial. A banda se chama "No te va gustar". Ouçam que vale a pena.
"Todo parece estar
queriendo cerrar una herida,
lejos de abandonar
cerca de una despedida.
No quiero más verte pasar,
solo me quiero sentar a esperar.
Lo fueron a matar,
y lo dejaron con vida
Sin sospechar que todavia respira.
No quiero más verte pasar,
solo me quiero sentar a esperar y rogar.
Que saltes al vacio y que no vuelvas nunca,
y que toda tu vida te mate la culpa,
de haberme robado una parte del alma.
Y es lo que a vos te hace falta,
alejarte de acá
Vos queres enseñar,
pero te faltan ideas.
Vos sabes señalar,
pero espera que te vean.
No quiero más verte pasar,
solo me quiero sentar a esperar y rogar.
Que saltes al vacio y que no vuelvas nunca,
y que toda tu vida te mate la culpa,
de haberme robado una parte del alma.
Y es lo que a vos te hace falta.
Que saltes al vacio y que no vuelvas nunca,
y que toda tu vida te mate la culpa,
de haberme robado una parte del alma.
Y es lo que a vos te hace falta,
alejarte de acá."
(Al Vacío - No te va gustar)